| O que fazer num caso de parada Cardiorrespiratória |
A medicina avança a passos largos para a solução de muitos problemas físicos, pretendendo suprir as falhas biológicas. No entanto, na maioria dos casos, quando a vítima de uma ocorrência dessa natureza não tem socorro imediato, a medicina poderá não conseguir recupera-la para uma vida funcional. No caso de falhas do principal músculo do corpo, o coração, a vitima depende de quem presencia a crise ou de quem a encontra, dos seus conhecimentos e bom senso. Todo cidadão deveria ter os conhecimentos mínimos necessários para socorrer uma vitima de parada cardiorrespiratória. É normal pensarmos que essa situação não vai acontecer conosco, e só percebemos a necessidade quando um familiar ou amigo tem uma crise cardíaca e nos sentimos inúteis por nada poder fazer. Ajuda Imediata No caso de presenciar uma crise cardíaca, coloque a vitima imediatamente em um lugar protegido, sentada num ângulo de aproximadamente 45 graus e com as costas apoiadas. Chame o socorro especializado, transmitindo toda a sintomatologia apresentada. Algumas vezes, deparamo-nos com uma vitima inconsciente em sinal de respiração e sem pulso. Nesse caso, o socorro é a atuação prioritária que pode fazer a diferença entre uma vitima com possibilidade de reanimação e viver, ou uma que ficará de pendente de terceiros para sai sobrevivência caso não morra. É importante pedir ajuda a qualquer pessoa que esteja perto. Essa pessoa poderá servir como intermediaria entre você e os interlocutores do socorro especializado, ajudando na transmissão dos dados que forem pedidos. Como Socorrer A reanimação cardiopulmonar pode ser fundamental. Alterne 15 compressões torácicas com duas insuflações pausados e profundas (através de respiração boca-a-boca). Para fazer corretamente essa reanimação, você deve levar em conta a anatomia e fisiologia dos sistemas circulatórios e respiratórios. O fato de a língua cair para dentro da garganta é o maior empecilho à entrada de ar, devendo-se então efetuar a extensão da cabeça, para que as vias respiratórias fiquem libertas e haja melhor circulação de ar. O coração esta situado no terço inferior do osso esterno, acima do apêndice xifóide. Por isso, a vitima deve ser colocado deitada de costas e sobre uma superfície rígida. Ajoelhe junto da vitima e localize a região das compressões torácicas, deslizando os dedos pela grelha costal até encontrar o apêndice xifóide. Coloque aí dois dedos, e, ao lado deles, sobre essa mão, posicione a outra mão.Sobre essa mão posicione a outra e, entrelaçando os dedos, eleve-os de modo que não fiquem apoiados sobre o tórax da vitima. Estique bem os braços e, sem dobrar os cotovelos, lance o peso do seu corpo sobre o esterno da vitima iniciado as compressões torácicas de forma ritmada e regular, a fim de conseguir uma freqüência de pelo menos 80 a100 por minuto. Mantenha essa manobra (duas insuflações mais 15 compressões torácicas) até a chegada do socorro especializado. Fontes: jardimdasoliveiras.com.br http://www.mulherdeclasse.com.br/Emergencai%20Cardiaca.htm |
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quinta-feira, 10 de março de 2011
Emergência Cardíaca
quarta-feira, 2 de março de 2011
Hidroterapia nas Disfunções Cárdio-Pulmonares
A Hidroterapia é um recurso fisioterapêutico que tem sido cada vez mais utilizado na área Médica...
Introdução:
A Hidroterapia é um recurso fisioterapêutico que tem sido cada vez mais utilizado na área Médica, como um recurso a mais para se obter uma recuperação mais rápida e melhor dos pacientes. Dentre as diversas especialidades Médicas, a Cardiologia e a Pneumologia são áreas onde a Hidroterapia como recurso coadjuvante de tratamento é ainda pouco difundida. Vantagens da
Hidroterapia na Disfunções Cárdio-Pulmonares:
Aumento do retorno venoso e do débito cardíaco; Diminuição da dor; Aplicação de força externa sobre todo o tórax; Melhora da flexibilidade; Melhora a capacidade respiratória; Trabalho de força dos músculos respiratórios; Melhora da resistência cardiovascular, melhora da oxigenação sanguínea e da circulação como um todo (inclusive a coronariana); Melhora da capacidade aeróbica; Relaxamento muscular; Diminuição da ansiedade (fator desencadeante da asma); Melhora da higiene brônquica; Promove aumento da autoconfiança, prevenindo ausência do trabalho e depressão pela inatividade; Melhora a sociabilidade.
Tipos de pacientes indicados para Hidroterapia:
Portadores de DPOC´s; Portadores de Fibrose Cística; Portadores de Coronariopatias; Portadores de Hipertensão Arterial controlada; Portadores de Cardiopatias; Portadores de Valvopatias. No caso especial da Asma, a Hidroterapia pode ser um grande coadjuvante no seu tratamento, mesmo na Asma induzida pelo exercício. São numerosas as causas de Asma induzida pelo exercício, como o ar frio, a baixa concentração de CO2, a alcalose respiratória e, especialmente, a intensidade e duração do exercício. Hoje a atenção está voltada para o resfrite o exercício. Portanto o ambiente úmido da piscina terapêutica é bastante propício para a realização de exercícios físicos para pacientes portadores de Asma, pois permite a inalação de um volume de ar bastante umidificado.amento e ressecamento do trato respiratório, que ocorre quando grandes volumes de ar seco são inalados duran
Introdução:
A Hidroterapia é um recurso fisioterapêutico que tem sido cada vez mais utilizado na área Médica, como um recurso a mais para se obter uma recuperação mais rápida e melhor dos pacientes. Dentre as diversas especialidades Médicas, a Cardiologia e a Pneumologia são áreas onde a Hidroterapia como recurso coadjuvante de tratamento é ainda pouco difundida. Vantagens da
Hidroterapia na Disfunções Cárdio-Pulmonares:
Tipos de pacientes indicados para Hidroterapia:
Portadores de DPOC´s; Portadores de Fibrose Cística; Portadores de Coronariopatias; Portadores de Hipertensão Arterial controlada; Portadores de Cardiopatias; Portadores de Valvopatias. No caso especial da Asma, a Hidroterapia pode ser um grande coadjuvante no seu tratamento, mesmo na Asma induzida pelo exercício. São numerosas as causas de Asma induzida pelo exercício, como o ar frio, a baixa concentração de CO2, a alcalose respiratória e, especialmente, a intensidade e duração do exercício. Hoje a atenção está voltada para o resfrite o exercício. Portanto o ambiente úmido da piscina terapêutica é bastante propício para a realização de exercícios físicos para pacientes portadores de Asma, pois permite a inalação de um volume de ar bastante umidificado.amento e ressecamento do trato respiratório, que ocorre quando grandes volumes de ar seco são inalados duran
Fonte:http://www.corporesanu.com.br/terapias/hidroterapia.htm
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Comparação entre a prescrição de intensidade de treinamento físico baseada na avaliação ergométrica convencional e na ergoespirométrica
RONDON, Maria Urbana Pinto Brandão et al.
Arq. Bras. Cardiol. [online]. 1998, vol.70, n.3, pp. 159-166. ISSN 0066-782X. doi: 10.1590/S0066-782X1998000300004.
Arq. Bras. Cardiol. [online]. 1998, vol.70, n.3, pp. 159-166. ISSN 0066-782X. doi: 10.1590/S0066-782X1998000300004.
OBJETIVO: Comparar os limites inferiores (L.inf.) e superiores (L.sup.) da prescrição de treinamento físico aeróbio determinada pelo teste ergométrico convencional (60-70% do VO2máx estimado ou 70-85% da FCmáx atingida), com a prescrição obtida pelo teste ergoespirométrico [limiar anaeróbio (LA) e ponto de compensação respiratória (PCR)]. MÉTODOS: Realizaram teste ergoespirométrico progressivo até a exaustão 47 homens (30±5 anos), divididos em subgrupos, de acordo com a velocidade da esteira durante o teste (4 ou 5mph) e a capacidade física medida [baixa (BCF) e moderada (MCF)]. RESULTADOS: Os L.inf. de prescrição indireta apresentaram valores de VO2 e FC significantemente maiores que os valores de VO2 e FC no LA (4mph= 34,4±4,5 vs 19,6±4,6 e 5mph= 28,9±2 vs 18,9±5,4, e BCF= 32,0±4,1 vs 17,2±2,8 e MCF= 31,6±4,9 vs 21,1±5,7(mlO2.kg-1.min -1) e (4mph = 128,9±7,8 vs 113,1± 15,6 e 5mph= 130,3±5,2 vs 114,1± 18,9, e BCF= 127,6±7,2 vs 109,3±13,2 e MCF= 131,2± 5,7 vs 117,4± 19,2bpm). Os L.sup. de prescrição indireta no grupo de 4mph e BCF apresentaram valores de VO2 significantemente maiores que os valores medidos no PCR (40,1±5,3 vs 32,2±4,3 e 37,4±4,8 vs 30,6±2,5 mlO2.kg-1.min-1, respectivamente), e valores de FC semelhantes aos medidos no PCR. CONCLUSÃO: Os L.inf. da prescrição indireta de treinamento físico superestimam o LA, enquanto os L.sup. parecem adequados somente para indivíduos ativos com MCF.
Keywords : prescrição de exercício; freqüência cardíaca; consumo de oxigênio máximo.
Keywords : prescrição de exercício; freqüência cardíaca; consumo de oxigênio máximo.
Atividade autonômica em uma adolescente com ventrículo único submetida à intervenção fisioterapêutica: relato de caso.
CASTELLO, V et al.
Rev. bras. fisioter. [online]. 2008, vol.12, n.2, pp. 157-160. ISSN 1413-3555. doi: 10.1590/S1413-35552008000200013.
Rev. bras. fisioter. [online]. 2008, vol.12, n.2, pp. 157-160. ISSN 1413-3555. doi: 10.1590/S1413-35552008000200013.
OBJETIVO: Avaliar a atividade autonômica de uma adolescente com ventrículo único (VU), sem correção cirúrgica, participante de um programa de fisioterapia. MATERIAIS E MÉTODOS: Paciente do sexo feminino, 14 anos, com diagnóstico de VU tipo esquerdo, sem correção cirúrgica. A atividade autonômica foi avaliada pela variabilidade da freqüência cardíaca (VFC) nas posições supina e sentada, e pela manobra para acentuar a arritmia sinusal respiratória (M-ASR) no início do primeiro (A1), segundo (A2) e terceiro anos (A3) de tratamento fisioterapêutico cardiovascular (TFC) ambulatorial. Os intervalos RR e a freqüência cardíaca batimento a batimento foram calculados e armazenados para posterior análise. A VFC foi avaliada pelos índices RMSSD e RMSM e no domínio da freqüência pelas bandas de alta e baixa freqüência em unidades normalizadas (AFun e BFun, respectivamente) e pela razão BF/AF. O TFC constou de exercícios respiratórios associados a exercícios ativos e resistidos gerais, durante dois anos. RESULTADOS: De A1 para A3, o RMSM reduziu (14,5%), a banda de BFun (42,2%) e a razão BF/AF aumentou (117,0%), e a banda AFun diminuiu (35,2%). Em todas as situações, a banda BFun foi maior e a AFun foi menor na posição sentada. Além disso, a resposta parassimpática à M-ASR aumentou da situação A1 para A3 em 7,4 e 47,3%, respectivamente. CONCLUSÕES: Concluímos que, na paciente estudada, a redução da VFC parece estar associada com o avanço da doença, porém, não houve prejuízos frente à mudança postural. Adicionalmente, o TFC proposto incrementou a resposta parassimpática durante a M-ASR.
Keywords : cardiopatia congênita; ventrículo único; coração univentricular; sistema nervoso autônomo; fisioterapia.
Keywords : cardiopatia congênita; ventrículo único; coração univentricular; sistema nervoso autônomo; fisioterapia.
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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Programa - Cardiac Auscultation v30
Programa de auscuta cardíaca, ruídos cardíacos normais e patológicos, aórticos, mitrais, de sinus e ventriculos.
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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Atividade autonômica em uma adolescente com ventrículo único submetida à intervenção fisioterapêutica: relato de caso.
OBJETIVO: Avaliar a atividade autonômica de uma adolescente com ventrículo único (VU), sem correção cirúrgica, participante de um programa de fisioterapia. MATERIAIS E MÉTODOS: Paciente do sexo feminino, 14 anos, com diagnóstico de VU tipo esquerdo, sem correção cirúrgica. A atividade autonômica foi avaliada pela variabilidade da freqüência cardíaca (VFC) nas posições supina e sentada, e pela manobra para acentuar a arritmia sinusal respiratória (M-ASR) no início do primeiro (A1), segundo (A2) e terceiro anos (A3) de tratamento fisioterapêutico cardiovascular (TFC) ambulatorial. Os intervalos RR e a freqüência cardíaca batimento a batimento foram calculados e armazenados para posterior análise. A VFC foi avaliada pelos índices RMSSD e RMSM e no domínio da freqüência pelas bandas de alta e baixa freqüência em unidades normalizadas (AFun e BFun, respectivamente) e pela razão BF/AF. O TFC constou de exercícios respiratórios associados a exercícios ativos e resistidos gerais, durante dois anos. RESULTADOS: De A1 para A3, o RMSM reduziu (14,5%), a banda de BFun (42,2%) e a razão BF/AF aumentou (117,0%), e a banda AFun diminuiu (35,2%). Em todas as situações, a banda BFun foi maior e a AFun foi menor na posição sentada. Além disso, a resposta parassimpática à M-ASR aumentou da situação A1 para A3 em 7,4 e 47,3%, respectivamente. CONCLUSÕES: Concluímos que, na paciente estudada, a redução da VFC parece estar associada com o avanço da doença, porém, não houve prejuízos frente à mudança postural. Adicionalmente, o TFC proposto incrementou a resposta parassimpática durante a M-ASR.
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