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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

LESÃO DO NERVO TIBIAL



Idealizadores deste trabalho acadêmico
Fisioterapeutas:
 Carolina Sales, Cleudiane Santos, Eleab Souza, Fabiana Silva


LESÃO DO NERVO TIBIAL

Os nervos periféricos são extensões do Sistema Nervoso Central e responsável pela integração das atividades das extremidades, em suas funções sensitiva e motora. São suscetíveis aos mesmos tipos de traumas que afetam outros tecidos: contusão, compressão, esmagamento, estiramento, avulsão e laceração. Assim sendo, a interrupção de continuidade da estrutura do nervo, por algum tipo de trauma, resulta na parada de transmissão dos impulsos nervosos e na desorganização de suas atividades funcionais (MATTAR; AZZE, 1997).
O trauma pode provocar lesão de fibras nervosas (axônios e bainhas conjuntivas), sendo que, na maioria das vezes, o corpo celular do neurônio envolvido permanece viável. Cada fibra é completamente envolvida por uma bainha protetora ou envoltório de tecido conectivo chamado endoneuro. Este é elástico e resistente, protegendo as fibras de traumas mecânicos. Várias fibras nervosas, de diferentes tamanhos, são agrupadas e esta união forma os fascículos nervosos (MATTAR; AZZE, 1997).

                    Com isso, o objetivo do tratamento é aumentar a mobilidade e a independência do paciente para cuidar de si mesmo. A causa deve ser identificada e tratada adequadamente. Em alguns casos, não é necessário nenhum tratamento e a recuperação é espontânea. A remoção cirúrgica das lesões que pressionam o nevo pode ser benéfica para alguns pacientes. Os exercícios de fisioterapia podem ser apropriados em alguns casos, para auxiliar a manter a força do músculo (TANGO, 2000).

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LER e DORT



Idealizadores deste trabalho acadêmico
Fisioterapeutas:
 Carolina Sales, Cleudiane Santos, Eleab Souza, Fabiana Silva


LER/DORT


                   Em julho de 1997 o Diário Oficial da União, justifica que o termo DORT foi criado para identificar um conjunto de doenças que são inflamações não infecciosas e provocadas por atividades profissionais que exigem do trabalhador movimentos manuais repetitivos, continuados, rápidos, podendo ser vagarosos e combinados a um ambiente de trabalho ergonomicamente inadequado (PRZYSIEZNY, 1993).   

Em 1713 o médico italiano Ramazini registrou sintomas dolorosos nos membros superiores de arquivistas e escribas. Com a revolução Industrial, as incidências tornaram-se mais numerosas, relacionando os distúrbios osteomusculares nos membros superiores de trabalhadores de linhas de montagem (LIMA; SIQUEIRA, 1999).
Zilli (2002), fala que a partir de 1980, os DORT tornaram-se a mais freqüente causa de afastamento do trabalho no mundo. LER/DORT é uma terminologia, segundo as normas técnicas sobre LER do INSS (1993), usada para determinar as afecções que podem acometer tendões, sinóvias, músculos, nervos, fáscias, ligamentos, de forma isolada ou associada, com ou sem degeneração dos tecidos atingindo principalmente os membros superiores, região escapular e pescoço, de origem ocupacional, decorrente de forma combinada ou não do uso repetido de grupos musculares e da manutenção de postura inadequada.
Para substituir o acrônimo LER recentemente foi introduzida designação mais apropriada: DORT- Distúrbios Osteomusculares Relacionado ao Trabalho, que abrange sintomatologia mais ampla e todos os tipos de sobrecargas biomecânicas. (PRADO; RAMOS; VALLE, 2001).
Onde é realizado tratamento na Escola de Posturas com objetivo de orientações e práticas na reabilitação dos pacientes. A escola de posturas é um método de orientação postural composto essencialmente por informações teóricas educativas, podendo também conter práticas de exercícios terapêuticos e treino de relaxamento, que objetiva a auto-educação para uma mudança de atividades posturais e o controle da dor (CARDIA, 2006).          

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Incontinência Urinária Abordagem Fisioterapêutica



Idealizadores deste trabalho acadêmico
Fisioterapeutas:
 Carolina Sales, Cleudiane Santos, Eleab Souza, Fabiana Silva


INCONTINÊNCIA URINÁRIA

 Incontinência urinária é a perda involuntária de urina. O problema aflige de 15% a 30% das pessoas idosas que vivem em casa, e metade desta porcentagem são de pessoas que vivem em casas de repouso para idosos. A incontinência urinária pode afetar também pessoas jovens, especialmente as mães que tiveram os músculos pélvicos enfraquecidos por causa do parto. Em razão das diferenças anatômicas, o distúrbio atinge duas vezes mais as mulheres que os homens. (SWARTZBERG; MARGEN, 2007).
A incontinência urinária não é uma condição normal nem é inevitável. Através de técnicas comportamentais e, em alguns casos, cirurgia, a incontinência pode ser tratada e curada. Alguns casos são apenas temporários, causados por infecções urinárias, constipação ou uso de medicamentos. Geralmente, no entanto, a incontinência persiste e se torna crônica. (SWARTZBERG; MARGEN, 2007).
Atualmente, a abordagem da incontinência urinária requer equipe multidisciplinar, com objetivo de melhorar os resultados do tratamento, seja clínico ou cirúrgico. O tratamento fisioterapêutico objetiva restabelecer as funções naturais do assoalho pélvico, através de exercícios, massagens, terapia manual, terapia comportamental, eletroestimulação e biofeedback (BARACHO; LOTTI; REIS, 2007).
A fisioterapia vem cada vez mais criando técnicas que permitem à mulher um tratamento eficaz para a cura da incontinência de esforço possibilitando a ela deixar de lado uma possível intervenção cirúrgica (CORDEIRO; MEDINA; BRANDT, 2002).

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CARTILAGE HAIR HYPOPLASIA Abordagem Fisioterapêutica

Idealizadores deste trabalho acadêmico
Fisioterapeutas:
 Carolina Sales, Cleudiane Santos, Eleab Souza, Fabiana Silva

CARTILAGE – HAIR – HYPOPLASIA (CHH)

                       Esta condição rara foi descrita por Mc. Kusick (1964), que encontraram na comunidade étnico-religiosa Amish na Pensilvânia, uma forma especial de nanismo que deu nome a Hipoplasia – Cartilagem – Hair. Representa uma variante clínica da disostose metafiseal familiar, distúrbio hereditário da placa de crescimento. Os indivíduos afetados tinham cabelos finos e ralos e pequena estatura (HUERTA; PAZMIÑO, 1998).
                        Ainda para o autor supracitado a Disostose Metafiseal familiar tem três variantes clínicas: tipo Schidt, do tipo Jansen e Mc. Kusick (Cartilage-Hair-Hypoplasia), que mostra algumas características que são únicas: tamanho pequeno devido ao encurtamento de membros, mãos; dedos curtos e grossos; saltos de projeção traseira; cabelos, sobrancelhas e cílios muito finos e esparsos; alterações intestinais, como déficit de absorção, etc. Outras mudanças incluem anormalidades no sistema imune celular é expressa por anergia aos testes cutâneos e de alta sensibilidade a infecções virais.
                        Na área da saúde, diferentes temas são abordados entre profissionais dessa área, entre eles alunos e professores, que debatem os temas de forma a enriquecer o conhecimento acadêmico, sendo de grande valia a escolha de temas interessantes e que tenham pouca abordagem literário, dando ao aluno um maior interesse à pesquisa. Baseado nisso, a síndrome chamada Cartilage Hair Hypoplasia citada acima foi a que mais chamou a atenção, o que nos levou a sua escolha pelas suas características sindrômicas, sendo esta uma síndrome de caráter genético e que se tem pouco conhecimento sobre a mesma, criando assim um grau maior de dificuldade para se abordar o tema.

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