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domingo, 13 de março de 2011

Gravidez: como controlar o apetite durante os nove meses


Esqueça a velha história de que você tem de comer por dois. Apesar de a fome aumentar nesse período, não é preciso dobrar a quantidade de comida; bastam algumas modificações no cardápio.
*Simone Tinti
Você está grávida e ouviu dizer que precisa comer por dois? Pois esqueça essa história. Como diz Durval Ribas Filho, presidente da Abran (Associação Brasileira de Nutrologia), apesar de a fome aumentar, sim, durante os nove meses, o exagero precisa ser evitado.

Como explica o nutrólogo, há dois fatores principais que interferem na sensação de saciedade da grávida. O primeiro é que o corpo passa a produzir mais peptídeos (substâncias responsáveis por mediar a sensação de fome); o segundo é que há diminuição dos movimentos peristálticos, que movimentam o alimento através do trato digestório. “É como se o próprio corpo dissesse ‘você precisa comer mais’”, afirma. Mas essa quantidade é pequena: cerca de 300 calorias a mais do que as 2 mil geralmente indicadas para um adulto.

E esse valor não precisa ser aumentado de uma só vez. “Vá aos poucos. No primeiro trimestre, adicione 150 calorias; no segundo, 250; no terceiro, 450...mas a média será de 300 calorias”. No caso de gravidez de gêmeos, basta dobrar esse número.

Então, se a fome aumenta, como controlar o ato de comer por impulso - que geralmente leva ao exagero? Uma sugestão do nutrólogo é comer de 6 a 8 vezes por dia, intercalando as refeições principais com lanches leves. Queijo, leite, gelatina ou alguma fruta estão liberados. Evite alimentos gordurosos e com excesso de sal.

Mães gordas, crianças obesas

Ao controlar seu peso, você está preservando não apenas a sua saúde, mas também a do bebê. Um estudo divulgado recentemente apontou que a obesidade da mãe pode aumentar o risco de o filho ter doenças congênitas, enquanto uma outra pesquisa sugere que gestantes acima do peso têm mais probabilidade de dar à luz bebês com peso acima da média.

Quanto engordar?

Não há consenso entre os obstetras. Enquanto alguns recomendam de 9 a 11 quilos, outros dizem que o ideal é de 11 a 15 quilos. Há ainda outra tabela que estima que a gestante deve engordar cerca de 15% do total do peso pré-gestacional. O melhor é consultar o seu médico.



Fonte:http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI66404-10563,00-GRAVIDEZ+COMO+CONTROLAR+O+APETITE+DURANTE+OS+NOVE+MESES.html

A importância dos exames femininos


Sentirmo-nos bem não é suficiente para ficarmos tranquilos quanto ao nosso estado de saúde. Todos os dias pessoas aparentemente saudáveis descobrem, a partir de um sintoma ligeiro, uma doença já em fase desenvolvida, que os médicos garantem ter estado presente por longos meses, silenciosamente.

O "exame de saúde" nasce desta noção. Em vez de procurarmos o médico quando nos apercebemos de uma alteração física, consultamo-lo com regularidade.

Pressão

Uma vez por ano, a partir dos 20 anos, para manter a pressão sob controle e evitar riscos de infarte e derrame.

Colesterol

A cada dois anos, a partir dos 30 anos, para evitar riscos de infarto.

Densitometria óssea

Uma vez por ano, depois da menopausa, para descobrir a evolução da perda óssea.

Mamografia


A primeira com 35 anos e uma por ano depois dos 40 anos, para detectar o câncer de mama precocemente.

Papanicolau e colposcopia

Uma vez por ano depois da primeira relação sexual, para detectar alterações no útero e ovário.

Ultrassom das mamas

Uma vez por ano, a partir da primeira menstruação, para mulheres com histórico de câncer na família para detectar tumores.

Ultrassom transvaginal

Nas mulheres que não estão grávidas, serve para detectar possível câncer de endométrio. Deve ser feito anualmente.

Autoexame de mamas

Uma vez por mês, logo depois da menstruação, para detectar secreções, feridas e caroços.

Autoexame da mama

O autoexame deve ser feito mensalmente pela própria mulher após o período de menstruação. Aquelas mulheres que já entraram na menopausa ou que não menstruam por qualquer outra razão devem examinar as mamas uma vez por mês. Se notar nódulos ou se houver secreção ao apertar os mamilos, deve procurar imediatamente o médico.

Importante

Não há limite de idade para iniciar a rotina médica. Caso a mulher fume, esteja acima do peso, tenha antecedentes familiares ou seja sedentária, ela pode começar a partir dos 30 anos.

Exames

Atualmente, a visão da medicina é muito diferente da ciência que dirigia todos os seus esforços para curar doenças. Com o advento dos exames de imagem, como a ultrassonografia ou a tomografia computadorizada, somados aos exames laboratoriais mais precisos, hoje é possível detectar um sem-números de enfermidades na fase inicial, quando ainda não há sintomas de sua existência.

Check-up

O conjunto de exames que todo paciente conhece pela expressão inglesa check-up começou a se tornar popular a partir da década de 1960. No auge do programa espacial norte-americano, os astronautas precisavam ser avaliados com rigor. Para isso, deveriam se submeter a uma série de exames físicos para verificar se estavam aptos ou não para encararem o espaço.

No final da mesma década, o check-up já era indicado pelos médicos para os seus pacientes em geral. Entretanto, naquela época os exames não eram feitos com a intenção de descobrir e prevenir doenças como acontece hoje, mas apenas para auxiliar o médico a fazer um diagnóstico correto, principalmente quando havia dúvidas sobre o quadro de um paciente.


 
Fonte: JORNAL DO POVO - RS

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

O câncer de mama e a fisioterapia



O tipo de câncer que se manifesta com mais frequência nas mulheres brasileiras é o de mama. E é provavelmente o mais temido por elas. Seus efeitos físicos e psicológicos podem afetar e percepção da sexualidade e até mesmo a imagem pessoal.
Uma vez confirmado o diagnóstico, é hora de iniciar o tratamento. Orientações específicas para essa nova condição são muito importantes para manter a integridade do membro superior e evitar o desenvolvimento do linfedema, após a retirada dos gânglios linfáticos. Trata-se de um edema crônico e permanente, que pode causar comprometimento físico e emocional à mulher. Um acompanhamento adequado é, portanto, extremamente necessário.
Para evitar a sequela, a partir do pré-operatório, o fisioterapeuta já orienta a paciente sobre os cuidados que deverá tomar com o membro superior do lado da mama a ser operada e sobre exercícios a serem realizados. Após a cirurgia, ela passará por uma reabilitação do membro superior para restaurar seus movimentos.
A fisioterapia desempenha relevante papel em todas as fases de tratamento do câncer de mama. Seu principal objetivo é promover a recuperação físico-funcional, por meio de uma terapia personalizada, baseada nas necessidades individuais de cada mulher.
O foco é a prevenção e o tratamento de complicações, como a dor, o inchaço do membro superior e do tórax, as disfunções musculares e articulares, o cansaço, as alterações respiratórias e o linfedema, visando a funcionalidade e qualidade de vida da mulher. Além disso, visa mostrar à mulher que é possível a retomada das atividades do cotidiano e da qualidade de vida.
É preciso ressaltar que, o ponto-chave para o sucesso do tratamento é o comprometimento da mulher com o programa fisioterapêutico. Em muitos casos, ela também precisa seguir algumas instruções e fazer atividades em casa, para que o tratamento seja completo e mais efetivo. Dessa forma, a recuperação acontece de maneira mais rápida e eficiente. 




Fonte:http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_n.php?id=22227&op=saude


sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Fisioterapia na Saúde da Mulher

A fisioterapia na saúde da mulher desenvolve trabalhos preventivos e reabilitadores nas áreas de oncologia mamária e ginecológica, climatério, gestação e pós-parto, dor pélvica crônica e uroginecologia...




... visando melhoria nas condições físicas da mulher através de programas personalizados e especializados de acordo com suas necessidades. Câncer de mama: Após a cirurgia a mulher passa a ter uma nova realidade de seu esquema corporal devido alterações importantes que ocorreram em níveis anatômico, fisiológico e funcional. É baseada nessas alterações que a reabilitação física, através da fisioterapia, desempenha papel fundamental por apresentar um conjunto de possibilidades terapêuticas físicas suscetíveis intervindo desde a mais precoce recuperação funcional até a prevenção e tratamento de seqüelas como dor, restrição de movimentos, diminuição de força muscular, aderência da cicatriz e linfedema. Linfedema é o excesso de fluidos acumulado fora do vaso linfático que provoca inchaço e dor no membro afetado. A fisioterapia ira regredir seus transtornos e evitar que este aumente com o tempo, tornando-se mais propenso a infecções. Climatério: Climatério é a transição da mulher de meia-idade para a velhice, correspondendo um período de intensas modificações em nível psicológico e físico. Esse é um processo natural e inevitável. A fisioterapia nessa nova fase da mulher em como objetivo prevenir possíveis patologias como incontinência urinária e retardar o declínio natural do organismo. Promove o bem estar físico e psíquico combatendo a “sensação” de declínio físico, interfindo na melhoria da auto-estima e evitando crises depressivas. Gestação e pós-parto: A gestação é um período sublime na vida da mulher e a fisioterapia ira contribuir de forma saudável, tornando mais fácil à assimilação das alterações pelas quais seu organismo passará, fazendo com que se sinta ativa e participante em um dos momentos, mas importantes de sua vida. Através de exercícios específicos estaremos contribuindo para a manutenção das condições físicas previamente existentes, redução de queixas, facilitação do parto e uma recuperação satisfatória e plena no pós-parto. Dor pélvica crônica: A dor pélvica crônica é caracterizada por uma dor constante ou intermitente, localizada na região pélvica que persiste a pelo menos 06 meses. Essa dor pode ou não ser de origem ginecológica, cabendo ao medico a determinação do diagnostico ginecológica e indicação ao tratamento clínico ou cirúrgico. A fisioterapia atuará no tratamento dos sintomas de origem muscular com o objetivo de aliviar, melhorar e corrigir alterações posturais produzidas pela dor, reduzir espasmos musculares, melhorando a qualidade de vida da paciente fornecendo orientações que busquem facilitar a realização de atividades de vida diárias. Uroginecologia (Incontinência urinária): Incontinência urinária é a queixa de qualquer vazamento involuntário de urina. É um problema de saúde mundial, que atinge 10,7% de mulheres só no Brasil. Esse vazamento de urina poderá ocorrer mediante esforços como tossir, espirrar, rir, levantar peso ou quando existe uma vontade intensa de urinar sem condições de controle, acarretando perca de algumas gotas até grandes quantidades de urina. Após a confirmação de seu diagnóstico pelo médico, a incontinência poderá ser tratada por cirurgia, medicamentos, fisioterapia ou combinados.Nos tratamentos cirúrgicos, a fisioterapia poderá ser realizada no pré-operatório com objetivo de promover melhora na recuperação da paciente e no pós-operatório, mantendo e melhorando os resultados. A fisioterapia utiliza-se de técnicas preventivas, de conscientização corporal, treinamento vesical e fortalecimento da musculatura do assoalho pélvico (períneo). Prevenir a incontinência urinária é promover a melhora na qualidade de vida das pacientes, evitando exclusão da sociedade e reclusão em ambiente familiar. 


FONTE:http://www.gosites.com.br/igf/saibamais_fisio_saumulher.htm