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sexta-feira, 6 de maio de 2011

Complicações Ortopédicas no uso do Hormônio de Crescimento


Desde a introdução do Hormonio do Crescimento em sua forma recombinante, seu uso é diverso e esta se multiplicando. É a forma de terapia indicada para todos os tipos de baixa estatura porque atua de forma direta e indireta no crescimento ósseo.

Entretanto existem complicações ortopédicas durante seu uso em pacientes pediátricos. São as principais: Síndrome do Túnel do Carpo (STC), doença de legg perthes, Escoliose e Epifisiólise do Quadril. A etiológia dessas complicações é desconhecida.

O link patológico entre o GH e essas complicações não é bem estabelecido, assim como a sua incidência. Como a STC e a doença de legg perthes são raras na população é de dificíl avaliação o aumento da sua incidência durante o uso do GH.

Apesar da segurança do uso do GH, é aconselhável sua parada na ocorrência da Dça de Perthes e na progressão de uma escoliose.
Finalmente, é recomendável se manter alerta da possibilidade dessas complicações durante o uso do hormônio. Isso é extremamente importante de se reconhecer na presença de uma Escoliose e uma Epifisiólise do Quadril, que podem trazer problemas graves futuros a esses pacientes.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Um olhar sobre as LER/DORT no contexto clínico do fisioterapeuta



Objetivo: Conhecer as representações do fisioterapeuta a respeito das Lesões por Esforços Repetitivos/Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (LER/DORT) e analisar como essas representações interferem na prática clínica desses profissionais. Métodos: O estudo foi realizado numa abordagem qualitativa, e os recursos metodológicos foram entrevista semi-estruturada e observação não-participante. A teoria das representações sociais e a epistemologia comparativa serviram como referenciais teóricos. Participaram do estudo 14 fisioterapeutas da cidade de Divinópolis, Minas Gerais. Resultados: a representação dos fisioterapeutas sobre LER/DORT e o doente foi elaborada coletivamente, com base na realidade cotidiana, e configurou-se entre os entrevistados um estilo de pensamento reducionista, com uma concepção mecanicista do organismo humano. Conclusões: não basta concentrar esforços na tentativa de restaurar o funcionamento normal do corpo se as demandas do paciente são desconsideradas. O conhecimento técnico-científico do fisioterapeuta deve ser conciliado com a expressão subjetiva do paciente na busca de estratégias de intervenção mais eficazes.


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Material científico sobre Acupuntura


segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Avaliação comparativa da altura patelar pós-artroplastias totais do joelho com e sem preservação do ligamento cruzado posterior

joelho
 
Objetivo: Avaliar possíveis alterações na altura da patela, pós-artroplastias totais do joelho com e sem preservação do ligamento cruzado posterior (LCP). Método: Foram analisadas radiografias pré e pósoperatórias, de 120 pacientes submetidos a artroplastias totais do joelho, realizadas no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia, no período compreendido entre janeiro de 2003 e janeiro de 2005, com implantes do tipo Johnson de plataforma rotatória. A amostra foi dividida em dois grupos, correspondendo o grupo I a exames radiográficos pré e pós-artroplastias totais do joelho com preservação do LCP (n = 60) e o grupo II, a exames radiográficos pré e pós-artroplastias sem preservação do LCP (n = 60). Para a mensuração dos valores pré e pós-operatórios foi utilizado o método de Blackburne-Peel, cujo valor normal é igual a 0,8 (± 0,2), variando, portanto, entre 0,6 e 1. Resultados: O índice patelar médio pré-operatório do grupo I foi igual a 0,874 e, no grupo II, a média foi igual a 0,857. O índice médio de altura patelar pósoperatório do grupo I foi igual a 0,849, variando entre 0,54 e 1,03. No grupo II, o menor índice foi igual a 0,48, o maior igual a 0,94, sendo o índice médio igual a 0,79. A comparação dos valores pósoperatórios nos dois grupos apresentou diferença estatisticamente significativa (p < 0,05). Conclusões: Foi observada tendência à diminuição da altura patelar em ambos os grupos estudados, sendo esta mais evidente no grupo em que houve sacrifício do LCP.

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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Comparação entre a prescrição de intensidade de treinamento físico baseada na avaliação ergométrica convencional e na ergoespirométrica


RONDON, Maria Urbana Pinto Brandão et al.

Arq. Bras. Cardiol. [online]. 1998, vol.70, n.3, pp. 159-166. ISSN 0066-782X. doi: 10.1590/S0066-782X1998000300004.
OBJETIVO: Comparar os limites inferiores (L.inf.) e superiores (L.sup.) da prescrição de treinamento físico aeróbio determinada pelo teste ergométrico convencional (60-70% do VO2máx estimado ou 70-85% da FCmáx atingida), com a prescrição obtida pelo teste ergoespirométrico [limiar anaeróbio (LA) e ponto de compensação respiratória (PCR)]. MÉTODOS: Realizaram teste ergoespirométrico progressivo até a exaustão 47 homens (30±5 anos), divididos em subgrupos, de acordo com a velocidade da esteira durante o teste (4 ou 5mph) e a capacidade física medida [baixa (BCF) e moderada (MCF)]. RESULTADOS: Os L.inf. de prescrição indireta apresentaram valores de VO2 e FC significantemente maiores que os valores de VO2 e FC no LA (4mph= 34,4±4,5 vs 19,6±4,6 e 5mph= 28,9±2 vs 18,9±5,4, e BCF= 32,0±4,1 vs 17,2±2,8 e MCF= 31,6±4,9 vs 21,1±5,7(mlO2.kg-1.min -1) e (4mph = 128,9±7,8 vs 113,1± 15,6 e 5mph= 130,3±5,2 vs 114,1± 18,9, e BCF= 127,6±7,2 vs 109,3±13,2 e MCF= 131,2± 5,7 vs 117,4± 19,2bpm). Os L.sup. de prescrição indireta no grupo de 4mph e BCF apresentaram valores de VO2 significantemente maiores que os valores medidos no PCR (40,1±5,3 vs 32,2±4,3 e 37,4±4,8 vs 30,6±2,5 mlO2.kg-1.min-1, respectivamente), e valores de FC semelhantes aos medidos no PCR. CONCLUSÃO: Os L.inf. da prescrição indireta de treinamento físico superestimam o LA, enquanto os L.sup. parecem adequados somente para indivíduos ativos com MCF.

Keywords : prescrição de exercício; freqüência cardíaca; consumo de oxigênio máximo.

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Atividade autonômica em uma adolescente com ventrículo único submetida à intervenção fisioterapêutica: relato de caso.


CASTELLO, V et al.


Rev. bras. fisioter. [online]. 2008, vol.12, n.2, pp. 157-160. ISSN 1413-3555. doi: 10.1590/S1413-35552008000200013.
OBJETIVO: Avaliar a atividade autonômica de uma adolescente com ventrículo único (VU), sem correção cirúrgica, participante de um programa de fisioterapia. MATERIAIS E MÉTODOS: Paciente do sexo feminino, 14 anos, com diagnóstico de VU tipo esquerdo, sem correção cirúrgica. A atividade autonômica foi avaliada pela variabilidade da freqüência cardíaca (VFC) nas posições supina e sentada, e pela manobra para acentuar a arritmia sinusal respiratória (M-ASR) no início do primeiro (A1), segundo (A2) e terceiro anos (A3) de tratamento fisioterapêutico cardiovascular (TFC) ambulatorial. Os intervalos RR e a freqüência cardíaca batimento a batimento foram calculados e armazenados para posterior análise. A VFC foi avaliada pelos índices RMSSD e RMSM e no domínio da freqüência pelas bandas de alta e baixa freqüência em unidades normalizadas (AFun e BFun, respectivamente) e pela razão BF/AF. O TFC constou de exercícios respiratórios associados a exercícios ativos e resistidos gerais, durante dois anos. RESULTADOS: De A1 para A3, o RMSM reduziu (14,5%), a banda de BFun (42,2%) e a razão BF/AF aumentou (117,0%), e a banda AFun diminuiu (35,2%). Em todas as situações, a banda BFun foi maior e a AFun foi menor na posição sentada. Além disso, a resposta parassimpática à M-ASR aumentou da situação A1 para A3 em 7,4 e 47,3%, respectivamente. CONCLUSÕES: Concluímos que, na paciente estudada, a redução da VFC parece estar associada com o avanço da doença, porém, não houve prejuízos frente à mudança postural. Adicionalmente, o TFC proposto incrementou a resposta parassimpática durante a M-ASR.


Keywords : cardiopatia congênita; ventrículo único; coração univentricular; sistema nervoso autônomo; fisioterapia.

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Análise funcional e estrutural do reparo das lesões extensas do manguito rotador


Objetivos: Avaliar os pacientes submetidos ao tratamento cirúrgico aberto das lesões extensas do manguito rotador, tanto do ponto de vista estrutural, através de exames por ressonância magnética, quanto funcionalmente. Métodos: Os autores avaliaram 24 pacientes (25 ombros) com lesão extensa do manguito rotador, sendo 14 mulheres e 10 ho-mens, com média de idade de 61,8 anos. Todos os pacientes foram submetidos a reparo com sutura transóssea de pelo menos dois tendões do manguito rotador, no período entre março de 2002 e dezembro de 2004. A avaliação funcional foi realizada baseada no escore da UCLA e a integridade dos tendões, através de exame de ressonância magnética. Resultados: Apesar de incidência de 47,6% de rerruptura, 91,6% dos pacientes obtiveram melhora do status funcional após 23,5 meses, em média, de seguimento, com 84% de bons e excelentes resultados. Conclusões: Baseados nos resultados obtidos, os autores concluem que o reparo aberto das lesões extensas do manguito rotador é um método eficiente no alívio da dor e na restauração dos movimentos.

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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Efeitos de Três Programas de Fisioterapia Respiratória em Portadores de DPOC

Objetivo: Avaliar os efeitos de três programas de fisioterapia respiratória constituídos por treinamento físico (TF) em esteira e/ou treinamento muscular respiratório (TMR) em pacientes com DPOC. Métodos: Participaram deste estudo 25 pacientes com DPOC moderada-grave, de ambos os sexos, que foram divididos aleatoriamente em 3 grupos, sendo o primeiro grupo (G1) submetido a TMR com 30% da pressão inspiratória máxima obtida a cada semana, o segundo grupo (G2) submetido a TF com 70% da freqüência cardíaca atingida no teste de exercício cardiorrespiratório (TECR) sintoma-limitado e o terceiro grupo (G3) associava TMR ao TF com as mesmas intensidades citadas anteriormente. Todos os programas constituíram-se de 3 sessões semanais por 6 semanas consecutivas. Resultados: Após tratamento, foram observados aumentos significativos da força muscular respiratória (FMR) no G1; aumentos significativos da distância percorrida no TECR, redução da freqüência cardíaca e do volume minuto expirado isovelocidade e melhora do domínio da capacidade funcional do questionário de qualidade de vida no G2; aumento significativo da FMR, da distância percorrida no TECR, redução da pressão arterial sistólica e concentração sangüínea de lactato isovelocidade e melhora da qualidade de vida no G3. Conclusão: Os resultados sugerem que o TF associado ao TMR foi a melhor alternativa terapêutica dentre as investigadas no presente estudo; pois, além de proporcionar uma evidente melhora na tolerância ao esforço e na qualidade de vida dos pacientes, promoveu um efeito adicional nas adaptações fisiológicas ao exercício, com uma maior eficácia na remoção e/ou menor produção de lactato sangüíneo durante o esforço.

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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Atletas devem alongar antes do exercício?

Todos os dias, em diferentes locais nos quais se pratica esportes no mundo todo, atletas preparam-se para competir com um ritual familiar de alongar os principais grupos musculares requisitados para aquele esporte. Essas rotinas de pré-exercícios costumam incorporar uma variedade de técnicas de alongamento e exercícios de aquecimento. Textos de medicina esportiva, artigos de periódicos para profissionais de saúde e treinadores, e publicações leigas promovem o alongamento como fundamental para diminuir o risco às lesões. Com tamanha aceitação do alongamento antes do exercício, poderia presumir-se que fortes evidências científicas corroboram sua eficácia para a prevenção da lesão ou melhora do desempenho. Entretanto, muitas publicações científicas questionam a utilização convencional do alongamento pré-exercício. Este artigo resume resultados de recentes pesquisas sobre alongamento, flexibilidade e aquecimento.


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Atividade autonômica em uma adolescente com ventrículo único submetida à intervenção fisioterapêutica: relato de caso.

OBJETIVO: Avaliar a atividade autonômica de uma adolescente com ventrículo único (VU), sem correção cirúrgica, participante de um programa de fisioterapia. MATERIAIS E MÉTODOS: Paciente do sexo feminino, 14 anos, com diagnóstico de VU tipo esquerdo, sem correção cirúrgica. A atividade autonômica foi avaliada pela variabilidade da freqüência cardíaca (VFC) nas posições supina e sentada, e pela manobra para acentuar a arritmia sinusal respiratória (M-ASR) no início do primeiro (A1), segundo (A2) e terceiro anos (A3) de tratamento fisioterapêutico cardiovascular (TFC) ambulatorial. Os intervalos RR e a freqüência cardíaca batimento a batimento foram calculados e armazenados para posterior análise. A VFC foi avaliada pelos índices RMSSD e RMSM e no domínio da freqüência pelas bandas de alta e baixa freqüência em unidades normalizadas (AFun e BFun, respectivamente) e pela razão BF/AF. O TFC constou de exercícios respiratórios associados a exercícios ativos e resistidos gerais, durante dois anos. RESULTADOS: De A1 para A3, o RMSM reduziu (14,5%), a banda de BFun (42,2%) e a razão BF/AF aumentou (117,0%), e a banda AFun diminuiu (35,2%). Em todas as situações, a banda BFun foi maior e a AFun foi menor na posição sentada. Além disso, a resposta parassimpática à M-ASR aumentou da situação A1 para A3 em 7,4 e 47,3%, respectivamente. CONCLUSÕES: Concluímos que, na paciente estudada, a redução da VFC parece estar associada com o avanço da doença, porém, não houve prejuízos frente à mudança postural. Adicionalmente, o TFC proposto incrementou a resposta parassimpática durante a M-ASR.


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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Fisioterapia e amputação transtibial

Amputação transtibial é definida como a retirada total ou parcial de um membro. Esse tipo de amputação, apesar de acarretar transtornos físicos e psicológicos ao paciente, é considerado como sendo de bom nível posicional, principalmente, para reabilitação e indicação de próteses. Esse estudo objetivou adicionar à literatura a descrição da importância de uma protetização precoce para indivíduos com amputação transtibial. A meta geral para os envolvidos com o tema é capacitar o paciente ao maior aproveitamento de suas potencialidades, proporcionando independência nas atividades diárias, no tratamento fisioterapêutico e nas variadas etapas durante o período pré e pós-operatório. Entre as técnicas mais utilizadas destaca-se a cinesioterapia, incluindo também, o tratamento do coto sem dor ou edema, com boa força muscular e apto para receber o soquete protético, orientações gerais no pré e pós-operatórios, uso das técnicas de eletroestimulação e treino de marcha, destacando-se a necessidade de individualização.




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Efeito do Laser de Baixa intensidade (670NM) após contusão muscular em ratos

O laser de baixa intensidade é utilizado para promover a regeneração do musculoesquelético, abreviando o tempo para a resolução do processo inflamatório. A ação do laser de baixa intensidade de 670nm no processo de reparação tecidual muscular em ratos após contusão muscular do gastrocnêmio foi estudada por meio de uma análise qualitativa duplo-cega do tecido muscular tratado e do músculo controle. Foi provocada uma lesão muscular por esmagamento bilateral do músculo gastrocnêmio. Após a indução da lesão, foi realizada a seleção aleatória da pata a ser tratada dos 8 ratos, e o músculo contra-lateral foi utilizado como controle.


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Conduta fisioterapêutica na esclerose lateral amiotrófica




Esclerose lateral amiotrófica (ELA) é uma doença neurodegenerativa progressiva, fatal, de etiologia multifatorial e sem tratamento medicamentoso efetivo até o momento. Entretanto, a fisioterapia, por meio de intervenções cinesioterapêuticas e orientações aos pacientes e aos cuidadores, ameniza a perda físico-funcional, a fadiga muscular e a imobilidade do sistema músculo-esquelético, melhorando a qualidade de vida. Buscou-se neste trabalho sugerir os procedimentos fisioterapêuticos utilizados atualmente na ELA. Indica-se realizar acompanhamentos mensais com mudanças nos objetivos e nas condutas a cada fase da doença e propõe-se acompanhamento das atividades em domicílio, com ênfase em alongamentos, fortalecimento muscular, adequação postural e cinesioterapia respiratória.


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Artrite reumatóide e treinamento de força dinâmica

Milena Fernandez Dias, Patrícia de Oliveira Moreira, Renata Carneiro Barbosa

A artrite reumatóide (AR) é uma doença inflamatória crônica, caracterizada pelo envolvimento simétrico de múltiplas articulações. Este trabalho visa demonstrar os benefícios do treinamento de força dinâmica no tratamento da AR. Estudos demonstram que os pacientes com AR têm menor força muscular, menos flexibilidade e menor capacidade funcional que os controles saudáveis (MINOR , 1991). NORDEMAR et al 1976, relataram que o treinamento de força dinâmica conduz a um aumento de força e hipertrofia muscular associado a melhoria da capacidade funcional e diminuição da dor nos pacientes de AR. Outro estudo comprovou, após 12 semanas de exercícios de força com peso 2 vezes por semana, que os pacientes aumentaram a força muscular em 45% e apresentaram melhora nos parâmetros de atividades da doença. Conclui-se neste estudo que o treinamento de força dinâmica na AR não aumenta a dor ou atividade da doença e melhora a capacidade funcional.
 
Publicado em Pós-graduação Lato Sensu em Musculação e Treinamento de Força – Universidade Gama Filho.

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Efeitos da Hidrocinesioterapia na osteoartrose


Renato Augusto Durante, Bruna Genovez, Alexandre Fiorelli
Segundo Serra, Petit e Carril (2001), a artrose ou osteoartrose refere-se ao processo degenerativo que acomete as articulações. As alterações começam na cartilagem articular, que sofre um processo de reamolecimento e deterioração, chegando inclusive a desaparecer em fases avançadas. O osso subcondral também sofre mudanças que se traduzem em um aumento de densidade ou esclerose e na formação ocasional de cistos ou partes ocas. Nas margens articulares aparecem prolongações ósseas do osso subcondral, de forma irregular e tamanho variável, denominada osteófitos, que constituem o sinal mais característico da artrose. O paciente com artrose padecerá sempre com dor, em maior ou menor grau; sofrerá também uma limitação funcional, que poderá ser discreta ou invalidante, ainda que, hoje em dia, graças à evolução dos tratamentos (especialmente da cirurgia), o paciente artrótico raramente se veja convertido em um inválido, ainda que tenha dificuldades para realizar as atividades da vida diária, e, finalmente é consciente de que a doença durará toda a vida (SERRA, PETIT e CARRIL, 2001).

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